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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Bake Off Brasil e seu cenário lindo

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Sábado estreou o Bake Off Brasil, no mesmo horário do Cozinha Sob Pressão (que chegou ao fim da segunda temporada) e eu, como boa viciada nesses programas, tava lá, na frente da televisão desejando um pedaço de bolo mais que tudo.

Primeiro de tudo, o Bake Off Brasil é lindo. Nunca vi o Bake Off UK, mas parece que os cenários, a direção de arte e a edição ficou bem parecida com o original. O programa é todo gravado na luz do dia, em uma tenda no meio de um parque com ver de por todos os lados. Essa tenda tem três laterais transparentes pra entrar luz e uma, a do fundo, é uma parede cor de rosa decorada lindamente com móveis de doceria e molduras com forminhas e utensílios de confeitaria.





À frente, ficam as lindas bancadas dos participantes. Tudo muito claro e bem iluminado, o que dá em imagens muito agradáveis de ver. Fora a estética, o mote de programa é desafiar confeiteiros amadores com provas que testam essas habilidades. No primeiro programa, já deu pra ver que o pessoal é bem amador mesmo, porque errava coisas simples. Bolos se despedaçando, outros muito finos, tortas deformadas e outros erros mais básicos. Acho que o nervosismo conta muito.

A apresentadora é Ticiana Villas Boas e, apesar de sido âncora de telejornal até ano passado, ela se saiu muito bem e muito natural no programa. Já os jurados, Carolina Fiorentino (confeiteira) e Fabrizio Fasano Jr. (herdeiro do Fasano, fantasiado de herdeiro no primeiro programa, inclusive), achei sem carisma por enquanto. Ainda meio deslocados, sem uma identidade própria, acredito que tende a melhorar com o tempo.


Também acho que falta um pouco de emoção ao programa. É como se não tivesse um clímax, ele segue muito estável até que acontece a eliminação, sem muito envolvimento. Mas também acho que isso vai sendo ajustado aos poucos. O fato é que vou assistir toda semana porque não resisto a esses programas. :)





sábado, 25 de julho de 2015

{casa dos sonhos} Decoração colorida e aconchegante

Um comentário:

A casa dos sonhos de hoje é pra quem suspira por uma decoração cheia de cores suaves, mas, com uma base bem clean. 

Marlous Snijder, dona da casa, conseguiu fazer isso com paredes brancas, piso de madeira laminada e muitos móveis e acessórios em tons de amarelo, pêssego, rosa e madeiras claras. Como sempre acontece, a luz que entra nessa casa me chamou atenção demais. Tudo fica mais bonito com grandes janelas e um ambiente amplo, não tem jeito.











As únicas coisas realmente cheguei na casa são os tapetes e o papel de parede do ateliê. Por falar em papel de parede, ela usou um no quarto, atrás da cama, daqueles que imitam madeira de demolição. Sempre tive um pouco de preconceito com papéis de parede que imitam revestimentos de ripas de madeira, pedras ou tijolos, mas Marlous colou de uma maneira desencontrada que ficou divertida. Sem tentar parecer natural, ficou mais interessante.

Nasala, adoro o buffet amarelo usado como rack e esse letreirinho retrô de padaria. A parede de tijolinhos brancos é jogo ganho (sou sempre fã) e, mano, essa é uma casa com gente vivendo. A gente percebe pelas fotos (e pelos brinquedos e chinelos espalhados) que é um lar e não só um ambiente decorado.











E vocês, do que gostaram mais aqui? :)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

5 Lições que aprendi com America's Next Top Model

3 comentários:

Até 2 meses atrás, eu nunca tinha visto nenhum episódio de America's Next Top Model. Mesmo o programa já estando no ar desde 2003, eu só conhecia de ouvir falar. Aí, num sábado em casa, resolvi clicar no play do Netflix. Pronto, depois disso, devorei as três temporadas que tem lá e ainda catei a última na internet pra ver.

Fiquei fascinada com Tyra Banks, de verdade. Eu só conhecia a moça de ver sites de fofoca rindo dela, chamando de histérica, exagerada, mal vestida; eu própria, quando era muito bobinha, me via achando esse tipo de coisa divertida.

O fato é: Tyra Banks é um gênio do empreendedorismo, de verdade. Não só no que se refere a criar e manter negócios, mas ela conduziu a carreira sempre de uma maneira muito inteligente. Primeiro de tudo, começando como modelo, foi pra Paris Fashion Week, estudou o estilo de desfile de cada designer e, pra cada teste que ia, apresentava exatamente o que a marca esperava. Conseguiu agendar 25 desfiles, um número que nenhuma modelo iniciante jamais tinha pensado em atingir, muito menos sendo uma mulher afro-americana num mercado ainda fechado e preconceituoso.

Alguns anos depois, Tyra ganhou peso e já não se encaixava no padrão magérrimo das modelos nas semanas de moda. Voltou pros Estados Unidos, venceu o Miss Estados Unidos - sim, concurso de miss -, o que poderia ser um suicídio na carreira de qualquer modelo, mas a mocinha, sempre muito esperta, fez uma limonada e tanto com esses limões. Usou muito bem o apelo popular do concurso e as novas formas, mais voluptuosas. Foi a primeira mulher negra a aparecer na capa da GQ, da Sports Illustrated e no catálogo de lingerie da Victoria's Secret.

A maioria das coisas que Tyra quis fazer na carreira, ela mesma bancou, produziu, de um calendário com fotos dela na Jamaica a programas de TV.

Em 2003, criou o America's Next Top Model contra a vontade do agente dela, que acreditava que modelos eram frios e individualistas demais pra gerar histórias suficientes pra manter um reality show. O programa já vai no seu 22º ciclo e tá presente em 186 países.

No fim das contas, ver a trajetória dela é muito inspirador e assistir ao America's Next Top Model também rende alguns ensinamentos e tanto pra qualquer carreira, principalmente pra quem tá começando a trabalhar agora e ainda não sabe o beabá da coisa.


Trabalhar duro sem frescura

Não importa se você é um gênio no seu ofício, um talento ímpar para quem todos se curvam; ninguém quer empregar alguém que não quer trabalhar. Em várias sessões de fotos do ANTM, alguns aspirantes a modelo torcem o nariz pra maquiagem, se negam a mudar o cabelo, bufam porque não aguentam passar muito tempo tirando fotos (veja bem, o que você imagina que é ser modelo?) e simplesmente surtam quando alguém exige um tantinho de dedicação. Várias vezes a equipe tem que parar e conversar com os maravilhosos pra que eles entendam que, sim, esse é o seu trabalho e, óbvio, dá trabalho pra fazer.

Agora, volte pros trabalhos da vida real e cotidiana e pensa naquela pessoa que se queixa de tudo que tem que fazer, que recebe um problema pra resolver e devolve dois ou três, nenhum solucionado; que quer começar de cima e se vê acima de toda função que recebe. Insuportável trabalhar com alguém assim. Resumindo, baixe a bolinha e arregace as mangas.

Ser versátil

Não importa se o seu cargo numa empresa tem um nome específico que se refere a uma função específica. Você precisa saber fazer um pouco mais que isso. Existem modelos no programa que fotografam lindamente e andam na passarela como patos constipados. É claro que todo mundo tem um forte, mas é preciso ser minimamente razoável em outras funções ligadas ao seu trabalho.

Mesmo porque, dificilmente alguém faz só uma coisa hoje em dia. Na maior parte dos trabalhos (nem vou citar o extremo, que é quando você empreende), você tem uma gama de ações a realizar e, mesmo que a demanda não surja no dia a dia, quanto mais completo você é, mais elegível vai ser pra qualquer coisa que você desejar. Ser especialista numa coisa não compensa ser totalmente alheio às outras.


Saber se relacionar

Claro que o programa conduz as coisas de maneira a gerar drama. Eles querem conflitos e relações turbulentas - pro bem e pro mal - porque isso conduz o programa, mas é fascinante como algumas pessoas são um campo fértil pra problemas. Apenas não conseguem passar um dia sem arrumar briga com alguém ou sem virar a cara ou fazer uma brincadeira totalmente sem noção que incomoda todo mundo.

Parece que estar em pé numa sala, coexistindo com outras pessoas sem invadir o espaço delas de alguma maneira absurda é fora de cogitação. Isso vai desde falar alto quando os outros querem trabalhar (algo muito corriqueiro e fácil de fazer sem perceber) a falar coisas ofensivas pras pessoas como se fosse normal.

Seguir instruções

Aí o fotógrafo diz: vire pra direita e a pessoa não vira. "Faz cara de sério" e a pessoa não faz. "Mantenha a posição" e a pessoa se mexe. Claro que, na maioria das vezes, as pessoas não contrariam de propósito; elas só não tão se sentindo perdidas e não conseguem seguir as instruções. Só que elas precisam conseguir, faz parte do trabalho delas responder positivamente às direções que recebem.

Vendo o programa a gente vê que algumas só precisam de prática e evoluem com o tempo. Outras não têm jeito pra coisa ou têm tanta má vontade que não tem quem ajeite. Parte fundamental de qualquer trabalho é saber seguir as instruções que te passam. No começo é difícil, você precisa de ajuda (Google incluído), mas tem que se empenhar pra conseguir.


Ouvir críticas

Aí os modelos fazem as fotos e as fotos ficam ruins. Então os jurados dizem que tá tudo um horror e que eles precisam melhorar nisso e naquilo. Parte deles escuta e melhora na próxima sessão. Outros passam a semana inteira contestando de todas as maneiras o que os jurados disseram e atribuindo a culpa a tudo exceto a eles mesmos.

É aquela coisa. Você não entrou nesse programa? Então, parte-se do princípio que você quer receber essa mentoria. Se quiser ser bem sucedida lá, precisa fazer uma limonada com os limões que os juízes te derem. Não existe a possibilidade de contestar totalmente as pessoas que tão ali pra te julgar e ainda esperar receber boas notas delas. É ilógico em qualquer circunstância, no programa e na vida real.
__________________________________________________

Dia 5 de agosto começa o ciclo 22 do programa e já tô ansiosa pra ver. Alguém mais vê o programa? :)

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Como decorar com produtos de R$1,99 - Episódio 4

13 comentários:



Uma das séries que fazem mais sucesso no canal do Ricota é a de decoração com objetos de R$1,99. Acho muito legal saber que vocês gostam porque é algo que eu me divirto muito fazendo. Entro na loja de R$1,99 e já olho pros objetos pensando no que eles podem se transformar. Se eu vejo algo com potencial, já compro. Tenho um pequeno estoque de objetos em casa esperando alguma ideia ou a execução do DIY.

No quarto vídeo dessa série, tem três transformações. Espero que vocês gostem de assistir e saiam um tantinho inspiradas. :)


Muita gente me pergunta em que loja eu compro os produtos. Antes, era na Mundo das Utilidades da Encruzilhada, mas essa rede tá tomando conta da cidade. Já tem uma na Dantas Barreto, uma na Rua Direita, tem outra perto da Estação Recife do metrô, enfim, é fácil de achar. Outra opção onde compro às vezes é o Realzão, que fica na Rua da Paria e tem metade da loja com preço misto e metade por R$2,25.

Inclusive, tenho recebido perguntas sobre essa mudança de preço pra R$2,25 em quase todas as lojas de R$1,99, e, pra ser sincera, ainda não comprei depois que o preço mudou (como eu disse, faço estoque). Mas quando eu passar a comprar por esse valor, vou manter o nome da série, afinal, "coisas de R$1,99" é muito mais um conceito que um valor exato. Sempre que vou a uma loja de quinquilharias baratinhas pra casa, digo que tô indo ali no R$1,99. Decoração de R$1,99 é mais sobre a filosofia da coisa. 

Agora, cá entre nós, espero que passe muito tempo por R$2,25, porque faz uns 20 anos que o preço é R$1,99. Se aumentar demais, vai comprometer o orçamento do canal. =P