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Eu achava que as revistas brasileiras eram, na sua maioria, ruins, repetitivas e investiam em conteúdo ultrapassado. Ainda acho, mas agora não só das brasileiras porque, afinal de contas, uma revista criada por uma editora poderosa, (Condé Nast, a mesma da Vogue que, dizem, tá em um mau momento na França) que, já na sua primeira edição manda duas coisas manjadíssimas como trunfo, não promete muito. Ontem mostrei a vocês a foto de divulgação do ensaio que Adriana Lima fez como Amy Winehouse pra Love, agora vem a capa da revista:

Beth Ditto nua. Nossa que chocante. Primeiro que ela ficou nua em metade dos shows que fez, segundo que ela já ficou nua em 2007, pra NME:

Como eu tenho lido comentários muito impressionados com a coragem e a ousadia de Beth e da Love, aposto que o hype vai falar mais alto e, mesmo já demonstrando ser boring, a revista vai bombar. Não tô dizendo que só o que é inédito merece atenção, mas o que se apresenta como inovador, tem a obrigação de ser.

Talvez no segundo número, eles coloquem a Agyness Deyn vestida com roupas andróginas e na edição 4 publiquem um ensaio de Scarlett Johansson como Marilyn Monroe.

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