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Com o que se preocupar

Já repararam como tudo na vida é uma questão? Não uma questão disso ou daquilo, mas uma questão, uma escolha, uma dúvida. Um dilema dos infernos, mesmo nas situações mais simples. A gente se preocupa o tempo todo, inclusive com um monte de coisa que não devia.

Como se livrar de todo tipo de preocupação é sonho distante, o lance é dar fim pelo menos na metade. Escolher com o que merece testa franzida e jogar o resto pra sorte. Se parar pra medir, nem é tão difícil, ó:

Amor ou dinheiro: se é pra se preocupar com a falta de um, que seja com a do dinheiro, porque quando a falta de amor preocupa, só dificulta. Deixa a pessoa desesperada, sucetível, mais infeliz ainda (fora o cabelo derrotado e a pele sofrida). Faz tudo, menos trazer leveza e tranquilidade pra ter e receber qualquer sentiento do bom. Já quando a falta de dinheiro preocupa, vêm as boas ideias, a maior disposição, força e coisas que realmente ajudam a ganhar uma grana.

Creme ou maquiagem: se preocupar com maquiagem é bad vibe. Maquiagem é diversão, se for pra fazer a pulso, se obrigando, não tem graça nenhuma. E ainda aumenta as chances de sair com um olho diferente do outro, batom borrado e blush de tapa na cara. Já com creme, a gente tem que admitir, é bom sim se preocupar. Pele hidratada, protegida do sol, saudável e tudo mais dura pra sempre, e não tem maquiagem que não fique melhor numa cútis nos trinques.

Comida ou exercícios: fazer atividade física é coisa pra despreocupar. Um negócio que libera carradas de endorfina é pra divertir, relaxar, fazer ficar bem, e não o contrário. Já com a comida, a história é outra. Se preocupar com o que come já é meio que uma obrigação pra gente, que todo dia vê em mil lugares informações de como a alimentação faz diferença na saúde, na disposição e até no humor.

Comprar ou economizar: economia tá longe de ser preocupação, pelo contrário, geral economiza pra evitar correr doida mais tarde. Saber que todo mês uma partezinha do que se ganha fica guardada é até bem relaxante (dez centavos por dia, no porquinho, não valem). Agora, comprar pode ser desesperador mesmo. Principalmente quando falta dinheiro pra pagar e espaço pra caber o monte de tralha, que, muitas vezes, sai de casa do mesmo jeito que entrou: com etiqueta ainda.

E aí, a gente segue nesse método: um problema a gente resolve, o outro a gente esquece. ;)

foto: Moin Moin

7 comentários

  1. segunda-feira de céu cinza e garoa chatinha, em que o tempo e a cara do pessoal estão igualmente fechados, é dia de ler essas coisas aí. ♥
    mais uma vez, valeu e parabéns. :)

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  2. Pq não dá para ter/fazer tudo, priorizar o que é de prioridade e deixar fluir!

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  3. A vida sem neuras é tão mais fácil... 8D

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  4. suScetíveis. Corrige ae!

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  5. Nunca comentei aqui, mas seu blog é tão legal, tem uns posts que passam um bem-estar, é estranho haha Obrigada por essas postagens!

    Bjos.

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  6. Q post legal, amei, parabens!!!

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