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{plano b} Raphaella e os cupcakes

Se a gente pensar nas motivações que tem na vida, acho que a maior delas ainda é ser feliz. A gente pode querer construir muita coisa, pensar em muita gente, se esforçar muito, mas sem buscar um contentamento, uma realização, nada disso funciona. E o que eu tenho percebido é que as pessoas da minha geração e das que estão vindo depois estão muito mais à vontade pra serem felizes.
Quando a gente pensa nos nossos pais ou em tanta gente de gerações anteriores, de modo geral, nada tinha mais valor que o sacrifício. Obviamente, isso teve muito valor pra nos dar sustento, educação e responsabilidade, mas também trouxe uma carga de culpa. 

Acho que vivemos o tempo de transformação que mostra que, ei garota, a vida não tem que ser um sacrifício não. Os relacionamentos não têm que ser, seu convívio com seu corpo não tem que ser e seu trabalho muito menos.

E encarar que esse último pode ser mais leve, ocupar menos tempo e ter mais a ver com você é a parte mais difícil de aceitar. Muitas moças por aí tão com a cabeça fervilhando de ideias e o corpo cheio de cansaço da rotina, mas apegadas à ideia de estabilidade e carreira. A vontade de mudar, largar o trabalho e, às vezes, até mudar de carreira é grande, mas o medo também é. 

Por isso, quis criar a tag Plano B, pra mostrar histórias de mulheres que mudaram toda a relação delas com o trabalho, agarraram o controle da própria vida (porque muitas vezes tudo o que você quer liderar é sua própria vida) e contam como fizeram pra deixar o medo de lado e seguir um sonho.

A primeira história é inspiradora e doce. Rafaella Batista (vamo chamar de Lela ou Lelinha, que aqui tá todo mundo em casa), recifense de 24 anos, largou a rotina da agência de publicidade pra vestir o avental - com brilho, que ninguém é de ferro - e abraçar de vez o mundo dos cupcakes. Assim, nasceu a Cupcake Feelings, uma marca linda com uma loja linda e uma dona linda e feliz. Fiz algumas perguntas, mas quem conta tudo é a própria Lelinha.

Conta pra gente um pouco sobre como tudo começou e se os cupcakes te levaram a sair da publicidade ou a vontade de sair do mercado publicitário te levou aos cupcakes.
Morei nos Estados Unidos dos 2 aos 6 anos e foi lá que minha paixão por cupcakes começou. Quando vim pro Brasil, comecei a fazer cupcakes com minha mãe para saciarmos esse desejo. Sempre que havia uma festinha, fazíamos os bolinhos e logo todo mundo começou a associar os cupcakes comigo. Comecei a receber muitas referências e decidi criar um blog expondo todas essas ideias que eu recebia. Com 15 dias de blog, comecei a vender cupcakes. Dividia meu tempo entre agência (9h às 19h), pós-graduação em Administração em Marketing (19h às 22h) e cupcakes (22h atééé a madrugada). Aguentei essa rotina pesada por 8 meses. Até que optei por sair da agência e me dedicar apenas aos cupcakes. Tomei essa decisão pensando nas possibilidades de crescimento e aprendizagem que o Cupcake Feelings me trariam. Saí do mercado publicitário, mas exerço minha função de publicitária todos os dias. Faço questão de cuidar de todo o marketing e campanhas do Cupcake. Conto com a ajuda da agência Curinga Comuniquê, dos publicitários João Uchôa e Gabi Quintas, do administrador Daniel Farias e do fotógrafo Américo Nunes, para dar conta de tudo. 

Em que momento você teve aquele estalo "agora é a hora de investir meu tempo e minha energia no Cupcake Feelings"?
Foi um grande e doloroso "estalo", viu? Hahaha. Nossa, foi uma decisão muito difícil de tomar porque eu amava muito o meu trabalho e agência que eu trabalhava na época (3Pontos Comunicação). Tive que ser beeem racional para colocar tudo em prática. O estalo veio em novembro de 2011. Estava há 8 meses numa rotina louca, senti que não estava conseguindo mais render tanto no trabalho, nem na cozinha, pois eu estava dormindo 3-4 horas por noite. Estava cansada, esgotada. As encomendas só faziam aumentar. Então senti que não dava mais pra continuar com tudo, eu teria que optar por um lado e investir tudo nisso. Coloquei tudo numa balança e vi que deveria seguir com o Cupcake Feelings. O pessoal da agência me apoiou bastante,o que deixou o processo bem mais tranquilo no final.

Qual você diria que é a característica mais forte do Cupcake Feelings?
Acredito que seja nosso trabalho desenvolvido nas redes sociais. Por ser publicitária, soube desde cedo o valor dessa mídia para as empresas, então procuro trabalhar para que o Cupcake se torne cada vez mais conhecido e que o contato com nosso cliente seja mais estreito. Faço questão de responder todas as questões levantadas nas redes sociais, sejam elas negativas ou positivas.


O que ou quem mais te ajudou nessa jornada?
Família, namorado e amigos com certeza. Se não fossem eles, eu acho que não teria chegado até aqui. Me apoiaram demais em todas as decisões, sempre me incentivam a continuar, me dão ideias, dicas, sugestões. Isso foi fundamental para essa caminhada.

Em algum momento, você pensou em desistir?
Sinceramente? Sim! Além do peso de tomar uma decisão tão importante dessa, o caminho a ser seguido não é tão simples como algumas pessoas pensam. Não tenho filhos, mas imagino que a relação seja bem semelhante. Você passa a viver por aquilo. Todos os lugares que vou, procuro coisas de cupcakes. Fico o tempo inteiro pensando em possíveis campanhas, novos sabores, problemas, soluções. É natural que o cansaço bata e você se questione se o que você está fazendo está certo. Nessas horas eu recorro à minha família e meu namorado. Eles são minha base total, que me colocam no lugar e me fazem seguir em frente. Se você ama o que faz e tem o apoio de pessoas especiais, pode questionar o quanto for, mas você não desiste. :) 

Que dica você daria pra alguém que também quer mudar de carreira e investir em algo novo mas não tem coragem?
1 - Comece a ter coragem de agora, porque você vai precisar de muita. Hahaha. 
2 - Coloque tudo na balança, veja o resultado e tome sua decisão. Você precisa pesar seu conhecimento naquela área, sua satisfação em trabalhar com aquilo, a rentabilidade que o negócio pode te trazer, a viabilidade da ideia, como o projeto seria executado, se você está disposto a abdicar de certas coisas, etc. 
3 - Não pense apenas no retorno financeiro. Pense na sua qualidade de vida e na sua satisfação pessoal. Isso não paga tuas contas, mas quem trabalha com o que ama recebe um retorno muito maior em todos os sentidos.
4 - Se tem uma ideia, coloque ela em prática a partir de hoje. Amanhã o teu concorrente pode ter executado ela e você fica pra traz. Não perca tempo.
5 - Tome sua decisão, se dedique integralmente a ela e muito sucesso pra você! <3>


Quando li as respostas de Lelinha no meu email, até me emocionei com o tanto de lições que dá pra tirar dessas linhas. Espero que a história dela seja inspiradora  pra quem tá em busca de um empurrãozinho pra buscar sua felicidade.

Espero que vocês tenham gostado e semana que vem tem mais. :)

30 comentários

  1. Posso falar? AMEI de tudo por aqui: a ideia do post, as lições da Rafaella, a aparência (fantástica) da loja e dos cupcakes e ver que ainda tem gente dando prioridade à felicidade. Muito bom!

    Eu sou do time das medrosas, engolidas pela rotina. Espero que histórias doces como essa (literalmente doce!) sirvam de inspiração pra mim e pra outras leitoras.

    Sucesso à Rafaella. Já pode sonhar com uma lojinha dessas em Natal? :)

    Beijos

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  2. Adorei!!! Gostei muito da nova TAG e já estou ansiosa pelo próximo post. Já conhecia o Cupcakes feellings (uma delícia de cupcakes)hehe.

    Tenho medo de mudar, sou muito apegada a rotina, sabe? Mas vou começar a mudar esse pensamento! hehhe beijos

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  3. Anna Clara Sancho08/05/13 10:28

    Sensacional!!! A nova tag já é ótima, o texto introdutório é de uma sensibilidade ímpar e a história da Rafaela é super inspiradora.
    Simplesmente adorei ter lido esse post!

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  4. Muito bom seu post! Acredito que estamos mesmo vivendo um tempo de muitas mudanças em as pessoas estão procurando o prazer, fazer o que gosta acima de qualquer status, dinheiro ou posição! Quero ver mais histórias! São sempre inspiradoras!!
    Parabéns!!!

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  5. Natalie Suzuki08/05/13 11:17

    Adorei a tag!! Perfeita pra inspirar (e me inspirou muito!)

    Beijos

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  6. Adoro mudar! Rotina demais me aborrece, ainda que seja boa, dá pra entender? (a louca!) Curti demais a história da Rafaella e a jogada de marketing também foi ótima, já estou doida pra provar os cupcakes da loja! hahahaha

    Beijos

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  7. Muito orgulho de poder trabalhar junto com Lelinha. <3
    Lindo texto e ótima nova tag. Sucesso para todos! :)

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  8. Adorei a nova tag e adorei a entrevista, adoro os cupcakes dela, a loja é uma inspiração e foi bom conhecer mais da história dela.

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  9. oi flor...
    amei amei... a Raphaela agora vai ser a minha musa inspiradora... quem sabe chego aos pés dela... amei amei...
    beijão flor... boa semana

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  10. A história é linda mesmo e os cupcakes são os melhores de Recife! Adoro!!!
    Beijos!!!

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  11. Arrasou muito com o post!!! Super curti!

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  12. Pensei que fosse uma história de luta e sonhos, nao de uma patricinha que tem tudo na mão, venhamos e convenhamos. Se fosse de alguma pessoa pobre que conseguiu e tal, eu tirava o chapéu, mas sinceramente, no que ela sofreu? Nao achei nada de lindo nessa história, sinceramente..,

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    1. moça anônima, não sei se você leu o texto introdutório, mas o post é exatamente sobre contrário de sofrer e fazer sacrifícios. É sobre ter um sonho, buscar e assumir o risco, sobre ter uma escolha entre uma carreira promissora e outra, que pode não ter a mesma estabilidade mas é o que faz a pessoa feliz.

      Não sei exatamente o que você chama de patricinha, já que no post não diz quanto tem na conta bancária dos pais dela muito menos características da educação que eles deram (a não ser o fato de que uma pessoa tão educada e gentil como a Raphaela teve boas lições em casa). Sendo essa sua conclusão somente fruto de preconceito, nem cabe discussão, só resta lamentar.

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    2. Estabilidade ela sempre vai ter. Desde quando alguém humilde consegue uma loja rápido assim? Kkkkkkkk e ela dizendo da rotina pesada do MBA dela kkkkkkkkkkk Quera ver ela pegar bsao todoo da das sete da manha as dez da noite... Enfim, o capital pra começar ela nao batalhou pra ter, afinal, esta bem claro que ela e rica. Em segundo lugar, nao e preconceito nao querida, e realidade, queria ver se ela nao tivesse esse $uporte se ela encararia isso, primeiro que ela nao ia ter nem dinheiro pra comprar o chocolate. Enfim, eu que lamento que esse tipo de gente consegue as coisas e quem realmente se morre de trabalhar nao consegue e acaba morrendo sem.

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    3. "Anônimo", não faço ideia de quem você seja, mas tenho certeza de que não me conhece. Não sabe quem eu sou, como fui criada, se tenho uma vida estável ou não, meus valores, se eu batalhei ou não parar abrir minha loja, "minha conta bancária", nada disso. Está me julgando de forma preconceituosa sim, levando em conta apenas a minha aparência.

      Não topei dar a entrevista para contar vantagens ou me promover. A ideia aqui é inspirar pessoas de qualquer idade e qualquer classe social a mudar sua vida. Ter coragem de apostar num novo plano. Não é necessário ser rico para investir num sonho. Quem pensa assim são pessoas fracas, preguiçosas. Quem quer, faz acontecer. Precisa ter planejamento, foco e ir atrás disso.

      Se você acha relevante destacar os meios de transportes e os horários que os usei para me locomover, como eu fiz para conseguir dinheiro e montar a loja, entre outras coisas, me manda um e-mail que eu te conto tudinho. Hahaha.

      contato@cupcakefeelings.com.br

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  13. Ai, minha gente! Que recalque desse/a anônimo/a!

    A história dos cupcakes é muito legal e inspiradora, sim!

    E concordo com Dani: nossa geração quer mais é ser feliz, com muito trabalho, mas sem sacrifícios, fazendo o que gosta! Tenho amigos que mudaram de profissão para ser de stylist a professor de matemática! É essa a vibe: cada um buscando o seu sonho!

    Adooooooro o blog! Meu favorito, mesmo!

    Bjos e parabéns pelos sempre ótimos posts! :D

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  14. Dani,

    Leio teu blog há tempos e acho que temos alguns amigos em comum (é claro, Recife ovo), mas nunca comento (shame on me, que também blogo e adoro comentários. hehe). Só que agora tinha que falar, porque já curti muito esse post pela sua introdução. Sinceramente, eu me sinto um pouco culpada porque, apesar de sempre batalhar pelo que eu quero e ter conseguido muita coisa por esforço pessoal, sei que minha vida é infinitamente mais fácil do que a dos meus pais. Como você diz, na geração deles o sacrifício era muito valorado - no caso dos meus e de muitos, era realmente necessário, porque não tinham o apoio que tenho deles, por exemplo. Mas lendo o que você escreveu fiquei pensando que já que temos a opção de fazer as coisas mais fáceis, o mais justo com todo mundo é aproveitá-la mesmo, né?
    Outro ponto que me chamou a atenção foi a tua "pauta" em si, porque sou jornalista e tou agora mesmo apurando uma matéria sobre jovens e crise aqui na Espanha. Em vez de contar mais histórias tristes, que é o que lemos todo dia nos jornais - e é o caso de quase todos os jovens que conheci aqui, infelizmente -, resolvi procurar exemplos de gente que tá usando a criatividade pra driblar a crise. Que tá apostando no talento e esforço, se juntando com outra gente jovem e assim segue sonhando, enquanto a maioria fala que essa é uma "geração sem futuro". Não tá sendo muito fácil de achar essas histórias, porque a situação tá realmente complicada, mas acho importante destacar os exemplos positivos, nem que seja pra dar um pouco mais de esperança.
    Também me chamou atenção o comentário d@ anônim@. Eu encontrei por aqui algumas histórias de pessoas que têm grana, cuja família pôde apoiar um grande investimento e que por isso realmente não podem ser comparados em pé de igualdade com a maioria da população. E encontrei também outros que começaram projetos superinovadores sem um tostão, com base no boca a boca e/ou investimentos do setor privado conseguidos depois de muito esforço, e que ainda assim seguem com mil empreguinhos e cursos pra pagar as contas enquanto o lucro não chega. Ainda em relação aos primeiros, acho que vale pensar em quantas pessoas têm toda uma rede de apoio (econômica e em outros sentidos) e ainda assim se acomodam, o que acredito ser o caso da grande maioria. Infelizmente, vivemos em um mundo em que tá muuuuito longe de todo mundo ter as mesmas oportunidades. Ainda assim, acredito que o que conta em histórias como essas é o espírito. Não me importa se Raphaella tem dinheiro ou não, ou quantas histórias de "sacrifício" ela tenha pra contar. O que eu vejo é alguém que acreditou em si mesma e criou uma coisa bonita pra si e pros outros, em um processo que seguramente envolve erro e acerto. Parabéns às duas :)

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  15. Nao e recalque nao queridas, e realismo... Por causa do culto a esses pseudo-heróis que o Brasil ta do jeito de hoje... Kkkkkkkkk

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    1. bom, acho que você realmente não entendeu a proposta do post e da série. Ninguém aqui quer aplaudir heróis e buscar histórias de pessoas que venceram a miséria pra conseguir um espaço, porque, ainda bem, se você pode dispor de uma hora do seu dia pra ler um blog de amenidades, você não está na miséria, senão, estaria em busca de sobrevivência.

      Como eu disse, meus pais tiveram que se sacrificar muito pra que eu tivesse educação, conseguisse entrar numa universidade pública (não vamos nem pensar nos meus esforços aqui, vamos só focar nos deles) e, hoje, pudesse ter uma carreira e, inclusive, escolher quando quiser mudar. Eles não puderam estudar, mas fizeram questão que eu pudesse. A história deles tem toda a beleza do mundo no contexto em que se inseriu e a minha também e a da Lelinha também. Sinto muito se você só consegue enxergar a beleza e a importância das coisas que estão dentro do clichê que você considera correto. Eu considero que cada vida tem uma lição de coragem e espero que a sua também tenha.

      E eu reitero que acho de muita coragem abrir mão de uma carreira promissora para a qual você se preparou pra abraçar um sonho e viver produzindo singeleza e tendo uma vida mais feliz.

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  16. tanta gente leva uma rotina de trabalho apenas para ter a grana no fim do mês e paralelamente sonha com outras coisas. lela foi lá e fez. já sabia da história e sempre achei massa. vez ou outra leio o blog, mas nunca comentei. adorei o post e adorei a ideia. ficarei aguardando os próximos :)

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  17. Este comentário foi removido pelo autor.

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  18. Dani, cheguei aqui por indicação da Debs, do deborices, eu tava procurando "blog de gente de verdade" e ela me indicou você.

    Já acompanho o blog faz um tempinho, mas hoje senti muita vontade de te parabenizar!
    Essa nova tag é uma ideia incrível, e vem de encontro com o que eu to passando no momento. Espero que vendo historia de gente que deu certo saindo do trabalho "aprisionador", eu busque a coragem de me "libertar" também!!

    Parabéns pela iniciativa, pela inspiração e pelo blog, que com certeza é de gente de verdade!

    beijos!

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  19. Adorei a nova tag, parabéns! E parabéns para a Raphaella, que independente dos recursos familiares citados pelo tal Anônimo, ela teve coragem de mudar, de arriscar, de correr atrás, mérito dela!
    Ah, aproveito para deixar algumas diquinhas, você conhece o site "Agora Sim!"? Ele trata justamente de histórias motivadoras de gente que fez acontecer o seu emprego dos sonhos. Outra dica é o livro "A Menina do Vale", da incrível Bel Pesce, dá para fazer o download gratuito dele (e ela acabou de lançar um novo livro com versão virtual), as páginas dela no Facebook e seu canal no Youtube também são super inspiradores! bjs

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  20. Parabéns! A história é realmente inspiradora e sei o quanto é difícil se dividir entre trabalho, estudo e os doces. Gostei muito!

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  21. Uma dose de inspiração ♥

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  22. Este comentário foi removido pelo autor.

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  23. Fiquei muito feliz de ler esse post, orgulho de ter sido testemunha de toda essa história. Engraçado que no início, Lela não tinha nenhuma pretensão comercial. Porém, o blog tomou uma proporção gigantesca em poucos dias e precisou de muita coragem, antes de mesmo de largar tudo, para passar a vender com tão pouco tempo de vida de projeto. Parabéns Lela e Daniela pela iniciativa. Posso dizer que esse texto já me ajudou a tomar uma atitude. Obrigado! :)

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    1. Que massa! Nossos sentimentos são recíprocos. Foi realmente muito insano e inesperado o começo da empresa, mas eu acho que quando tem que acontecer, as coisas acontecem, né? Com amigos incríveis como você, muito apoio e coragem, tudo fica mais fácil. Fico feliz em ter retribuído a ajuda. Muito obrigada por todo apoio desde sempre. Cada pedacinho foi fundamental para construir o Cupcake. <3

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  24. É a primeira vez que comento aqui, e simplesmente adorei o post! e essa idéia do Plano B é mto bacana! Principalmente para pessoas que estão no mesmo barco que o meu, tentando dar um rumo diferente na vida!
    E parabéns pelo blog, cada dia mais lindo ^^ bjos do Japão!

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  25. com certeza!
    a minha geração ainda era muito preza a "ganhar dinheiro".
    afinal, não tínhamos um tempo como hoje, em que a informação circula mais rápido, e se aprende a trabalhar com o que quer no YouTube, e não mais na faculdade.
    graças a Deus estou tendo a oportunidade de começar de novo.
    tenho pais saudáveis e posso ganhar menos e morar com meus pais, e tentar um novo começo.
    lamento por quem, infelizmente, não pode. pois esse seria, realmente, o ideal.

    esse post foi inspirador!


    Blog da Sandra Costa

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