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Como mudei totalmente minha forma de comprar roupas em 5 passos

Quando me mudei, entre milhões de outras descobertas, uma se destacou. Reparei na quantidade de roupa que eu tinha mesmo doando com certa frequência: uns 10 sacos de 50 litros, por alto. O curioso é que isso não fazia com que eu usasse uma roupa diferente todo dia, porque a maioria dos sacos só tinha peças que eu comprei pelos motivos errados e nada tinham a ver comigo; que tinham um aspecto já meio estragado apesar de pouco usadas ou que nem davam em mim mas eu guardava pra quando emagrecesse um-dia-quem-sabe.

Esse volume todo foi ainda mais chocante porque eu já tinha começado um processo de mudança do meu guarda-roupa no ano passado, então pude constatar como o buraco das roupas equivocadas era muito mais embaixo. Por isso, resolvi trazer esse tema pra um dos posts em parceria com o Invicto. A campanha #Invictoalize é toda focada em cuidar bem das roupas e amar seu guarda-roupa pra comprar menos e melhor, sabe? Então tem tudo a ver. ;)


O tênis branco e a saia bordada - ambos lindos - tavam esquecidos no guarda-roupa lotado.

Estampas e cores
A primeira coisa que eu parei pra analisar foram as estampas. Eu reparei que eu me sentia mais representada por roupas lisas em tons mais escuros ou neutros ou com, no máximo, estampas em fundos escuros e tons fechados ou geométricas, tipo listras ou xadrez. Um bom exercício é ver fotos e reparar em quais você se sentiu mais segura, mais confortável na sua pele. Provavelmente, a roupa que você usou na hora tem papel nisso.

Preto, jeans e azul marinho, com saia em "A" e cintura marcada.

Modelagens
Muitas vezes, a gente vê uma roupa na loja e acha tão bonita e deseja tanto que, quando prova, acaba atenuando problemas só pra levar pra casa. Nisso, já comprei muita roupa com formas que não se encaixavam nas minhas. Modelagens que não me favoreciam e me faziam aposentar a roupa num instante. Passei a ser bem mais crítica na hora da prova, o que faz com que eu saia de mãos abanando mais vezes e, por incrível que pareça, mais satisfeita.

Materiais
Aprendi com Ana a olhar as etiquetas com atenção. A priorizar tecidos de fibras naturais, como algodão e linho, em relação ao poliéster. No calor em que a gente vive (e com minha pele extra sensível), usar roupas que respiram melhor é até questão de saúde. Entre as roupas sintéticas, ainda tem poliéster bom - resistente e tecnológico - e poliéster ruim: aquele que parece pano de sombrinha.

O bom e amado vestido preto

Preço
Esse é o maior desafio pra mim, ver a roupa baratinha e, mesmo assim, olhar tecido, modelagem, costuras e cores antes de decidir se compro ou não. Quer um exemplo? Eu queria uma boa camisa branca há tempos. Tava até disposta a gastar uma grana pra que ela durasse alguns anos. Nesse meio tempo, minha mãe me deu uma linda, baratinha, que descosturou a manga no terceiro uso. Foi barata mas descartável e agora já vou ter que comprar outra pra substituir.

Tempo
Tem roupas que não uso há dois anos. Tirando raras exceções, é claro que não vou voltar a usar, então a melhor coisa é se desfazer e abrir espaço pro novo. O bom é que essas raras exceções se mostram um tesouro. Redescobri peças, que voltaram a ser xodós rapidinho.

Camisa que tenho há uns oito anos

Com esses critérios, eu delimitei muito minhas opções e o engraçado é que, na prática, parece que eu aumentei. Sobraram roupas versáteis e quando chego nas lojas, acerto muito mais nas compras, além de perder menos tempo. Tenho economizado dinheiro mesmo comprando algumas peças mais caras. Uma beleza. :)

Alguém mais tá nesse processo de enxugar o guarda roupa e procurar mais qualidade? Me conta aí do seu processo. E pra ter dicas de como conservar as roupas como novas por mais tempo (SIM, POR FAVOR!), entra no portal #Invictoalize, tá cheio de dicas. ;)



Post carinhosamente patrocinado pelo Lava Roupas Invicto.

8 comentários

  1. Dani, eu tenho vivido o mesmo processo e compartilhado as angústias com umas amigas e temos chegado à conclusão de que isso é uma "tendência", mas das boas. Outra blogueira que acompanho e que tu deves conhecer, a Carol Burgo, tá passando por um processo semelhante e no caso dela, bem radical. As postagens que ela tem feito sobre isso tem me feito pensar bastante. A partir disso acabei chegando em outros blogues e vlogues que tem debatido muito essa questão de ter menos coisas, comprar menos e mais acertadamente. Tá rolando inclusive tá rolando uma "febre" dos armários cápsula. Já ouviu falar? É uma metodologia interessante mas que acho que pra mim, rola com algumas adaptações. Até o momento eu só fiz a parte de tirar tudo do guarda roupa e selecionar o que fica, o que vai para a doação e o que vou vender. Ainda preciso analisar o que ficou para entender quais investimentos devem ser feitos em peças novas e boas. No momento estou organizando um brechó com umas amigas que deve rolar no inicio de julho (Brechó das Minas) e pretendo, com a grana que conseguir, fazer esse investimento nas novas boas e versáteis peças.
    Nunca tinha comentado aqui e da primeira vez foi logo um textão. Mas tô achando muito legal viver esse processo, acho que pra mim a crise dos 30 chegou aos 32 e ela tem se refletido no modo como me visto.
    beijo, mariana

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  2. Tenho tentando fazer isso, mas com enorme dificuldade! Não posso investir em novas peças no momento e isso freia meu desapego, pois parece que se doar tudo que não tem mais tão a ver/ não gosto/ não veste tão bem.. só vou ficar com duas peças de roupa. e isso me faz não doar quase nada. também acho que um aprendizado importante é buscar mais versatilidade nas roupas. sempre fui básica e com medo de errar. do tipo que sempre usa a mesma saia com a mesma blusa sabe? acho que isso também me prejudica bastante. mas suas dicas foram ótimas.
    beijos, Laís.

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  3. Estou pensando seriamente em adotar um estilo minimalista em todos os aspectos, a começar pelo guarda roupas estou lendo a respeito do armário cápsula, espero conseguir enxugar meu estilo, levar uma vida com menos excessos ;) Suas dicas foram bem bacanas e completam as ideias que li a respeito de um armário enxuto, porém versátil e usável. Bjins

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  4. Faz um brecho, Dani!
    A gente iria adorar!!!!
    =D

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  5. Umas das primeiras coisas que devemos fazer é: parar para pensar sobre nosso estilo de vida. Para que ter mil saltos no armário se não usamos com frequência....e assim vai. Acho interessante esse história de armário capsula, e estou montando o meu. Neste processo todo, o importante é olhar para dentro e auto descobrir nosso estilo pessoal primeiro, para depois olhar para os outros buscando referências. Quando não temos uma identidade visual compramos de tudo, queremos tudo e somos influenciadas por blogs de moda ou modinhas....Se a gente compra sem pensar, sempre teremos um armário abarrotado de peças dificílimas de usar e a sensação de não ter roupa nenhuma.

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  6. É meio complicado se segurar na hora de comprar quando vemos uma super promoção, mas também tendo a tentar filtrar minhas compras e levar pra casa apenas aquilo que realmente gosto e combina com meu armário ou o futuro dele (que ta sendo mudado também)
    Adorei suas dicas!

    Beijinhos
    Pryh
    *~Lírios Ao Mar~*

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  7. Adorei o post! Tenho realmente pensado em ter um guarda-roupa funcional. Meu maior pecado é me deixar levar pelas liquidações, o barato tem saido caro pra mim. Um bju Dani.

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  8. Olá.
    Para as roupas durarem a eternidade, é preciso aposentar a máquina de lavar e voltar ao tempo das avós: lavar a mão. Costumo dizer que mulher só lava a roupa para tirar o cheiro de perfume, então não há necessidade nem de máquina nem de esfrega-esfrega: basta deixar de molho por algum tempo no sabão e depois enxaguar. Só peças tipo meia e toalha que é necessário dar uma esfregada, mas roupas que são lavadas limpas, não precisa de nada.

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